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Mudar para um veiculo elétrico: é uma mudança grande, sim.

  • Foto do escritor: Pieter B.J. Ijzerman
    Pieter B.J. Ijzerman
  • há 2 horas
  • 1 min de leitura

Falamos muito com os nossos clientes (empresas médias e grandes em várias atividades, mas também com os clientes individuais, pequenas empresas, e.o.). A transição da combustão interna para a mobilidade elétrica exige uma mudança de paradigma na infraestrutura de carregamento. Identificamos que a disponibilidade de carregadores em parques de estacionamento corporativos é o fator determinante para a adoção em massa. Quem tem o luxo de poder estacionar o carro de empresa na garagem onde trabalha e carregar o mesmo lá, é muito bom.

Observamos um padrão de consumo claro: às segundas-feiras, há um pico de procura nas garagens dos nossos clientes, como a MEO e o Condomínio Amoreiras, e.o., demonstrando que os utilizadores regressam do fim de semana com a autonomia reduzida. A lógica de carregamento deve assemelhar-se à de um smartphone — carregar onde o veículo permanece estacionado por longos períodos.


Em mercados maduros como a Noruega, onde a penetração de veículos elétricos atinge os 50%, a estratégia foca-se na capilaridade de carregadores lentos (AC) para o dia a dia, reservando os postos de carregamento rápido (DC) mais exclusivamente para trajetos de longa distância em autoestradas.


Esta abordagem responde eficazmente às necessidades de frotas de passageiros e deslocações pendulares diárias. No entanto, para atividades comerciais e frotas logísticas, a estratégia exige soluções customizadas e de maior potência, tal como o projeto que desenvolvemos para os CTT.

 
 
 

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